quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Poesia de Otávio da Costa Pereira, nascido em Zumbi (Rio do Fogo) em 1923, descreveu uma bela poesia de sua praia de natalício.  Detalhe da foto do rio Punaú mas sem data. Acervo: Família Costa Pereira. Gentileza de Noêmia. 

domingo, 2 de dezembro de 2012

FOTO 4: Os irmãos Ester Gomes de Melo e Francisco Gomes da Silva em fins da década de 1930 após a realização da Primeira Comunhão. Praia de Zumbi na época município de Touros. Observe no fundo da foto a casa feita de taipa, de acordo com os relatos de D. Ester, até esse período não existia nenhuma casa em Zumbi feita de tijolo. Os casamentos e outras cerimônias católicas eram feitas na igrejinha da praia uma vez ao ano, pelo pároco de Touros. Apenas no mês de janeiro nas festividades de São Sebastião, padroeiro de Zumbi, o povo era batizado ou casado. FONTE: Acervo de Pedro Júnior.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Data de terra de 2 de maio de 1713, ao alferes Francisco da Costa Barbosa, entre os rios Punaú e Maxaranguape, chamando de sítio Pititinga com terras devolutas e próprias para a criação de gado. Podemos considerá-lo como primeiro colonizador da região?

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

FOTO 3

Foto tirada em 1998 pelas freiras Ursulinas da União Romana em Rio do Fogo. Irmã Assunta em frente a Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes. Arquivo pessoal das irmãs. Imagem integrante do projeto Memória Viva de Rio do Fogo II.

CERRADO POTIGUAR

PESQUISA NO CERRADO POTIGUAR:
No estado do Rio Grande do Norte existe uma pequena área de Cerrado. Esta informação ainda não está nos mapas do IBGE e nem nos materiais didáticos sobre a geografia brasileira, pois a comprovação desse fato é recente. Esta área havia sido registrada por uma imagem de radar de 1976. Mas, somente em 2008, um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) iniciou um projeto para comprovar que aquela região tem mesmo uma fisionomia de Cerrado.
O estudo recebeu apoio da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza. A pesquisa avaliou uma porção de 400 hectares localizada na microrregião Nordeste do Estado, entre os municípios de Pureza e Rio do Fogo. 
“Das 94 espécies registradas na área, 39 são registradas pela primeira vez para o Rio Grande do Norte, duas citadas pela primeira vez para o Nordeste do Brasil e uma considerada como distribuição restrita para o Estado. Inclusive esta espécie está inserida na categoria criticamente em perigo. E, além disso, temos outra espécie na categoria vulnerável à extinção”, explica a responsável técnica pelo projeto, Maria Iracema Bezerra Loiola.
Segundo a pesquisadora Ana Cláudia Pereira de Oliveira, outra constatação importante do estudo é que a área de Cerrado potiguar tem o potencial de ser um importante laboratório ao ar livre para estudos relacionados à adaptação de espécies e de ecossistemas às mudanças climáticas.
“É uma área bem propícia para estudos de biogeografia e também para se analisar a parte de mudanças climáticas, já que é uma área que está inserida entre duas vegetações, recebe influências destas vegetações mas tem uma fisionomia de uma vegetação lá do planalto central”, aponta Ana Cláudia.
O próximo passo dos pesquisadores é incluir esses novos dados em materiais didáticos e bibliografias especializadas. Para isso, a equipe executora da enviou os resultados dessa pesquisa ao IBGE, órgão federal responsável pela distribuição fitogeográfica brasileira.
Clique aqui para ouvir a matéria.
FONTE:http://www.fundacaoboticario.org.br/PT-BR/Paginas/novidades/detalhe/default.aspx?idNovidade=212

FOTO 1


Foto tirada em fins de 1950 na Praia de Zumbi na rua do Barro, atual Godofredo Pereira. Estão na foto Raimundo Fagundes de Melo e sua filha Glória Maria Fagundes, observe o detalhe da casa ao fundo pertencente a Sandoval Gomes da Silva.

FOTO 2

Placa com informações sobre a Usina Eólica de Rio do Fogo - Foto tirada em junho de 2012 por Pedro Júnior.